
desculpa-me pelas minhas desculpas,
pois eu só me quero deitar numa cama de rosas planas,
pelo menos nos tempos que se avizinham,
nas horas diurnas,
e quem sabe, nas nocturnas,
porque a lua é mentirosa.
por isso é que não gosto de pensar de noite:
se for para mentir,
prefiro que seja a dormir
e que as mentiras se transformem em sonhos
e que tu voes neles,
dividida em três borboletas
para que eu acorde todos dias
com uma azeitona na boca.
e então eu posso rir, rir, rir,
sem medo de a mostrar
e cuspir o caroço para a cabeça de quem eu quiser!
obrigado pelo arco-íris em que transformas a vida!
e a vida é mesmo assim:
mentirosa como a lua,
mas voa como borboletas
e cospe caroços de azeitonas lá de cima,
e nós vamos abrindo um guarda chuva de quando em vez, cá em baixo.
ainda bem que tenho duas caixas
onde guardo os meus segredos públicos e a minha estupidez..
uma é a minha cabeça e a outra um xadrez!
não sei em qual meta o quê.. porque misturo tudo!
o que me safa é ter um guardião à porta do quarto
que não guarda coisissíma nenhuma! (?)
passa o dia a olhar para a parede
e só me olha à noite, porque a lua..
..é mentirosa!
por isso é que a confiança tem validade,
e os dias são como idas ao supermercado,
onde no carrinho temos as cabeças
e nas prateleiras a quantidade que lhes queremos atribuir!
ainda bem que és assim,
um bocado ao contrário de mim,
mas o equlíbrio é necessário
nesta salada insonsa da vida!
portanto deixa-te ficar,
pois eu só me quero deitar numa cama de rosas planas,
pelo menos nos tempos que se avizinham,
nas horas diurnas,
e quem sabe, nas nocturnas,
porque a lua é mentirosa.
por isso é que não gosto de pensar de noite:
se for para mentir,
prefiro que seja a dormir
e que as mentiras se transformem em sonhos
e que tu voes neles,
dividida em três borboletas
para que eu acorde todos dias
com uma azeitona na boca.
e então eu posso rir, rir, rir,
sem medo de a mostrar
e cuspir o caroço para a cabeça de quem eu quiser!
obrigado pelo arco-íris em que transformas a vida!
e a vida é mesmo assim:
mentirosa como a lua,
mas voa como borboletas
e cospe caroços de azeitonas lá de cima,
e nós vamos abrindo um guarda chuva de quando em vez, cá em baixo.
ainda bem que tenho duas caixas
onde guardo os meus segredos públicos e a minha estupidez..
uma é a minha cabeça e a outra um xadrez!
não sei em qual meta o quê.. porque misturo tudo!
o que me safa é ter um guardião à porta do quarto
que não guarda coisissíma nenhuma! (?)
passa o dia a olhar para a parede
e só me olha à noite, porque a lua..
..é mentirosa!
por isso é que a confiança tem validade,
e os dias são como idas ao supermercado,
onde no carrinho temos as cabeças
e nas prateleiras a quantidade que lhes queremos atribuir!
ainda bem que és assim,
um bocado ao contrário de mim,
mas o equlíbrio é necessário
nesta salada insonsa da vida!
portanto deixa-te ficar,
não precisas de abrir mais os olhos,
porque se não as pestanas tocam-se a trás da cabeça,
e enrolam-se,
e formam tranças até aos pés,
e tropeças,
e cais,
e fechas os olhos,
e começas tudo de novo!
obrigado por seres os meus pés de vez em quando..
Imagina o quão chato seria ter de andar em cadeira de rodas!
portanto mantem-te no nível onde te encontras,
e vê se vences o boss,
se não ainda terás de saltar para outra plataforma,
e assim sucessivamente!
aqui por estes lados,
vou andando como posso,
e não como quero..
nem que seja a fazer o pino
e, vendo o mundo ao contrário,
lambo as paredes e as pêras,
em vez que caminhar a olhar para o céu
e a comer uma maçã,
sem ter medo que isso constitua um pecado!
já não me lembro quem tirou a foto, mas sou eu quem está nela, e quem a meteu bonita, foi a menina que também lá está.
porque se não as pestanas tocam-se a trás da cabeça,
e enrolam-se,
e formam tranças até aos pés,
e tropeças,
e cais,
e fechas os olhos,
e começas tudo de novo!
obrigado por seres os meus pés de vez em quando..
Imagina o quão chato seria ter de andar em cadeira de rodas!
portanto mantem-te no nível onde te encontras,
e vê se vences o boss,
se não ainda terás de saltar para outra plataforma,
e assim sucessivamente!
aqui por estes lados,
vou andando como posso,
e não como quero..
nem que seja a fazer o pino
e, vendo o mundo ao contrário,
lambo as paredes e as pêras,
em vez que caminhar a olhar para o céu
e a comer uma maçã,
sem ter medo que isso constitua um pecado!
já não me lembro quem tirou a foto, mas sou eu quem está nela, e quem a meteu bonita, foi a menina que também lá está.
e isto foi no dia (mas à noite) em que o pápa morreu, e nós fizemos, por acaso, um festa.
